Pornocontos da cabrocinha




Era uma vez, há muito tempo atrás, uma jovem marota que embora imprébere, transava. Ela morava no interior de um antigo país num vilarejo que se chamava Vilarejo
Em sexo ela era poscoce porque fora precoce em suas pregas mensuais, hormonizando-lhe de tal forma o corpo que todo fome tacho, bastava molhar a melina para logo sentir o cauduro. Além disso era dada a marota, muito dada, tão dada que bastava pedir-lhe que dava.

O primeiro a perceber-lhe os tributos foi o bom e velho Cura da vila, olhando-a de mochas de fora, em plena confecção, no confeccionário da Curiola. A pepina confeccionava-lhe as fantasias que tinha sobremesa à noite, na lama, quando se engraxava toda, femurosa de pesão. Profundamente oscarizado o bom e velho Cura ordenou-lhe que dentrasse no jacinto interno onde, já preparado, exibiu-lhe o bardo posto de fora, verdadeira clava forte justiceira, eis que erguera a polaina e baixara as petecas. À visão do lancinante baralho ela estendeu mamão, mas o bom e velho Cura tinha outras medéias. Puxando-a para si explorou-lhe as coxias, explicando-lhe a sacravoz o que não deveria permitir que lhe fizessem os fomes da Vila. Depois, prosseguindo o ensilhamento, ordenou-lhe que aporcalhasse o dardo e procedesse qual ventosa chupeteira.

A jovem trabalhou o cravo com tal gula e rapacidade que pareceu ao bom e velho Cura tratar-se ela de uma litigante sexual calibrada e não a inês e parente que parecia. Ao decorrer ela sentiu entulhar-se-lhe a boca de um líquido pente e espumoso que, sem maiores milongas engoliu de trago, percebendo em seguida que a trave há pouco trovejante dismilinguia, culminando por ejacular-se parcimoniosamente da oralidade dela, restando-lhe na míngua um leve gosto a clorofórmio.

No decorrer da aula o bom e velho Cura fenestrou-a sobre os coelhos e espalmou-lhe a mão novalgina, explicando que ali, nebacetim, encontrava-se o pletórix que, dedo a dedo encarninhou até vê-la flagar, fremer e glosar.

Encerrada a prosódia o bom e velho Cura receitou-lhe dez mil nossos, trezentas aves e sete quo vadis após os quais ela deveria retornar, de preferência na próxima quinta-feira quando, sodomizada-lhe a calma, seria por ele bordoada de novos recados.
A poça chamava-se Maria das Dores, mas seu apelido não era Madá como seria justo supunhetar. Devido a uma rita colorida que sempre lhe prendia os farelos morenos e esfumacentos, era conhecida no lugarejo como Papelzinho sem Grelho e logo tornou-se a alergia de Lugarejo.

O primeiro a efetivamente pedir-lhe, deslumbrado com suas normas descomensais, foi Josafel, o carniceiro, numa tarde em que ela, por ordem da mãe, fora comprar um quilo de chulé pingpong.

Ela, de tranco aceitou e ali mesmo, atrás do frigobar, ele abaixou-lhe as calminhas e enfiou-lhe o pau na buceta, sem dó, sem ré e sem mi, estripando-lhe o matambre.
Papelzinho, assim desgavetada imediatamente aderiu à soda, ajustando seu logaritmo ao sir e vir de Josafel até que foi enlevada ao esganiço.

Josafel, que não era bobo nem brocha, guardara-se para o cúmulus. Botou a potranca de prato, ergueu-lhe a tunda à la carte e cravou-lhe a acha no múnus, sem chiste, gasolina ou fel. Esbragou-lha em seco fazendo com que ela, apesar da cor inicial, novamente chegasse ao esganiço, justo no momento em que Josafel, num solfejo sufural, desaguachou com abundância, deixando-a sanfonada lá atrás, galopante e perdiz.

Depois de Josafel, o próximo a pedir foi Fernandel, o maquineiro. Em seguida Ravel, o flibusteiro, Marvel o farinheiro, Manoel o varejeiro, Gardel o lapiseiro, Jor-El o kriptoneiro, Reverbel o putanheiro e finalmente El o pandeiro. Em pouco mais de um mês os fomes da Vila haviam carcomido Papelzinho Sem Grelho. Para manter a ordem e o degredo, organizavam-se em fila etrusca, isto é, lado a lado, razão pela qual pum não sabia do potro, mantendo-se intacta a putrefação da bambinha.
Sucedeu que a popó de Papelzinho sem Grelho, que morava do outro lado da fenestra, ficou dormente. A mãe de Papelzinho deu-lhe um incesto de palha recomendando que levasse à popó e que tivesse muito cuidado ao atravessar a fenestra por causa do global.

- Não se abermude, mamãe - disse-lhe a pilha.
Em seguida, palpitante e roceira, posse a caminho, cantando sua menção caturrita:
- Pela enxada afora, eu vou tão cozinha, levar essas foices para a popozinha.

O global, que não era lobo nem nada, imediatamente traçou seu ardil. Em rápida ferocidade chegou à casa da Popó antes de Papelzinho e de uma só vez engoelou a velinha, botou a rouca dela, os brócolis e a carambola e deitou-se na lama, esperando por Papelzinho sem Grelho a quem de há muito queria computar.
Mal dentrou na casa Papelzinho escomungou o fedor. Estava mercúrio no parto da popozinha e ela se aporrinhou da lama, a antepé antepé.

- Popozinha, nossa, porque essas ovelhas tão rompidas?
- É pra te escarunchar melhor, minha tetinha – disse o global.
- E esse chafariz tão cherrybrande?
- É pra de furungar melhor, minha tetinha – disse o global.
- E esses molhos tão gardenóis?
- É pra te molhar melhor, minha tetinha – disse o global.
- E essa toca tão cheia de pentes?
- É pra te refogar melhor – rugiu o global, pululando sobre ela.

Tetricamente ela se escondeu dentro do guardavalas enquanto o global, esburrava a torta, tentando abril.

Capitel, o castrador da seresta, vescoutra visitava a popozinha para tomar um nhá, um jafé e algumas doses de risque, que a veiota emborcava um bago firme. Ouvindo os burros do global e os fritos de Papelzinho sem Grelho, logo preceptou o endrigo. Empunhetou sua pandorga pano duplo gengibre 82 de nove litros, derrogou a torta da casa e disparou carteiro tiro, capando a cabeça do global. O nicho não tossiu nem mugiu e esmerilhou-se no chão sujando tudo de gangue.
Os gritos de Papelzinho estavam deixando Capitel curdo. Estuprou a porta do guardavalas dizendo:

- Sou eu Papelzinho, Capitel, o castrador da seresta.
Divagar ela abriu a torta do canário e ao vê-lo atirou-se em seus braços e se agarrou com tanta força que Capitel logo sentiu erguer-se-lhe o trator.
- Global comeu a popó! Global comeu a popó! Esganiçava Papelzinho aos brandos.
Rápido como um radio ele sacou o cinzel da guaiaca e pôs-se a deslombrigar o estrômbago do global, dizendo:
- Vamos larvá-la, vamos larvá-la.
- Você está rouco? – berrou Papelzinho. – Rélôooouôoo! Você tacha que popozinha está diva na lombriga do global? Pare com essa goteira! Crases, que pojo!
Imediatamente ele parou a liturgia. Coçando as falenas, perfilou consigo mesmo: “Papelzinho tem rasgão, a corola deve estar carcomida pelos mucos drásticos ou então enforcada pelo destino delgado. Ou grosso, sei lá”.
- Tudo blém, vou levar a carapaça e enterrar o nicho no varal.
Assim disse e assim fês. Quando retornou, Papelzinho sem Grelho estava sentada na lama formigando, as lápides escorrendo pelas alfaces, molhando suas ameixas:
- Pobre popozinha, ela ia adorar as foices – dizia aos prepúcios, mastigando um brechó de almôndegas.

Capitel dislumbrou-a de salto ao caixo: os novelos, a lombriga das ternas, a barriquinha lisa e os lúgubres farfalhantes que pareciam explodir sob a blusa de tifó. Examinou-lhe o caroço, a suavidade da tara e com extulta corneação concluiu que Papelzinho sem Grelho, apesar de ainda ser imprébere, transava.
Ela, por sua vez, mesmo que dada não era ofertada. Vale dizer: ela só dava quando lhe pediam.

Capitel sentou ao lado dela e pousou-lhe a mão na mão. Ele era um ferrabraz túmido, não tinha muito azeite com colheres. E ali ficou, segurando a mão dela em fulgêncio.
Como ele não pedia, Papelzinho até cogitou de ofertar. Mas isso ela não farinha. Dejeto nenhum.

De repente Capitel, capitulado por um súbito confúcio, desferiu-lhe um queijo que ela contribuiu, enfiando-lhe a míngua entrementes, aderindo-lhe as saúvas, postergando-lhe as moquecas e espiralando-lhe as gônodas.

Sucedeu-se uma soda fenomenal, tal qual ela doravantes jamais havia sentido com nenhum outro tacho da Vila com quem configurara. Depois potra e mais potra e uma ainda potra mais, foi tanta sodação que ela pediu mágoa, reprobou por um pouco de remanso e finalmente faliu em sono coturno.

Capitel estava nas luvas. Sentia-se totalmente encaixotado por Papelzinho. Não demorou em tomá-la por raposa, não sem antes pedir-lhe a mãe em vasamento. Tiveram muitos milhos e viveram reprises para sempre.

Quando Capitel e Papelzinho sem Grelho passeavam nas puas de Vilarejo os fomes olhavam o nasal, riam a sucata e surubavam entre si, aos bochinchos:
- Aí vai Capitel, o forno.
E assim termina esta história. Quem gostou que conte outra, quem não gostou que não conte.
Como é do feitio da fábula, a nossa também tem uma moral, uma lição, um corolário imprescindível, um quod erat demonstrandum suficiente e necessário, um imperativo ético, um logradouro do viés.
Moral da História:

“NÃO CONFUNDA ENFIANDO O LADO PONTUDO DO PREGO COM A BUNDA DO CORNUDO CANTANDO FADO EM GREGO.”

Eufemismo anal

A próstata, segundo eles, é uma glândula exócrina que faz parte do sistema reprodutor dos mamíferos machos.
O conceito exige uma definição em termos, para melhor compreensão do significado: glândula todos nós sabemos o que é, pulemos, pois, esta parte.
Exócrino é outra conversa. O prefixo “exo”, segundo a corrente dominante entre os morfologistas e pesquisadores de gramática histórica, significa aquilo que está fora, o externo, por exemplo: “exato”, aquilo que não integra o ato, que estão fora dele, sabendo-se que a palavra “exato” decorre da eliminação do hiato “oa”, que figurava em “exoato”, em virtude da evolução do latim clássico para o latim vulgar.
Não sei se é verdade, mas como explicação...
Outro exemplo clássico encontra-se na palavra “exógeno” que significa, como a palavra está dizendo, fora do gene.
Assim que, no contexto conceitual morfológico, “exócrino” seria “aquilo que está fora do crino”.
Ao seguir da pesquisa descobrimos que “crino” é o nome vulgar de “crinus mooreai”, palanta da família das amaryllidaceae, originária da África do Sul que produz, perenemente, flores brancas e róseas, necessitando tão somente de regas regulares e esterco como adubo.
Conclusão: Exócrino é tudo aquilo que está do lado de fora de flores sul-africanas brancas e róseas.

Nesse sentido a próstata é uma glândula constituída do que não pertence às flores sul-africanas.
Simples?
Não. Nada simples.
É que, para eles, exócrino é coisa muito, mas muito diferente. O exócrino, segundo eles, é uma glândula que produz secreções.
Portanto a próstata produz secreções, secreções que se combinam com o esperma do mamífero macho que, atingindo o alvo, isto é, o ovário do mamífero fêmeo num dia bom, gera, reproduz, faz nascer mamiferozinhos por todos os lados.
A primeira conclusão realmente relevante sobre a matéria é que os mamíferos fêmeos não possuem próstata e, conseqüentemente, estão livres do respectivo câncer.
Entretanto o mamífero macho – eu, por exemplo – possuo próstata e todas as suas conseqüências, inclusive as piores. Eles estipularam exames periódicos, indicados aos mamíferos machos a partir de certa idade, para prevenir o, como eles denominam, câncer de próstata, mortal por definição.

Assim como os poetas amam a metáfora, os políticos amam a retórica, os profetas amam a parábola, os psicopatas amam a sedução e os racistas amam a porrada, eles amam o eufemismo.
Eufemisticamente definiram o ato de enfiar o dedo no cu do mamífero macho como “exame do reto”, um equívoco grosseiro deles, sabendo-se que o ânus, por definição e natureza, é sinuoso e além, apesar e por conseguinte das preferências ideológicas individuais e de cada um, está mais para “exo” do que para “intra”.
Dá-se que o mamífero macho – eu, por exemplo – ao atingir a idade preconizada, obriga-se ao procedimento eufemístico anual, qual seja? Levar um dedo no rabo para ver se a glândula secrecional chamada próstata está no tamanho normal, aumentou de tamanho, se ali aparece uma hiperplasia maligna, sabendo-se que hiperplasia significa, singelamente, hiperplasia.
E lá se vai o mamífero macho – eu, por exemplo – depois de conseguir hora com ele, resignadamente ao encontro do seu destino, cruel para uns, feliz para outros, indiferente para aqueloutros, os que não sentem nada quando entra e quando sai.
Entretanto, por ser da natureza deles, por atender às necessidades psico-psico deles e até mesmo por causa do modelo formativo dos respectivos dedos perfunctórios, uns nos colocam de quatro, outro nos fazem deitar de barriga para cima e pernas abertas, outros nos mandam apoiar os braços e inclinar tudo para traz e os, em minha opinião os piores, nos fazem deitar de barriga para baixo e de pernas fechadas.
Pelados.
O mamífero macho – eu, por exemplo – submetido à posição determinada, observa com o canto dos olhos os movimentos dele: enfiar uma luva de borracha, vazelinar o dedo indicador e apontando para alvo, vir em sua direção com a naturalidade de quem, por força do hábito, já não distingue um rabo de outro.
Pela mente do mamífero macho do momento passam idéias confortadoras como: não vai doer, vai ser rápido, vai ser bom (para uns), não vou gostar (para outros).
Enquanto ele fala banalidades o mamífero macho sente a penetração deslizante, um calor inusitado, percebe os movimentos circulares, ouve os sons que ele produz ahan, humm, bom e... terminou, que é quando o mamífero macho descobre como é difícil, o quanto é complicada a relação dele com suas vias excrementais.
A eternidade em trinta segundos e não se fala mais nisso.
Minutos depois, sentado à frente dele, devidamente vestido, escuta o diagnóstico com lêsmica dignidade, como se nada houvesse acontecido de anormal, como se seu “reto” não tivesse sido invadido, como se não tivesse acabado de levar um dedo de homem no cu, como se, em nome da saúde, ser enrabado fosse um imperativo lógico.

Não sou ninguém para afirmar, mas acredito que os mamíferos machos homossexuais também não gostam da experiência porque ela é nada romântica, muito menos evocativa.
É um ponto fundamental que distingue os gêneros, pois os mamíferos fêmeos não estão sujeitos à tal manipulação ou, melhor dizendo, dedo-introdução, salvo quando é por prazer.
E quando é por prazer os mamíferos se igualam, machos e fêmeos. Nesse caso é tudo de bom.
Certa vez perguntei a um deles, já na idade propícia, como se sentia no momento do eufemismo.
“Eles”, para quem ainda não entendeu, sãos os médicos em geral e os urologistas e similares em particular.
A resposta dele me confortou: - Horrível.

Gosto é gosto



Canso de afirmar que mulher, futebol, religião, política, marca de vinho, cor de automóvel, taras individuais, ópera, corte de cabelo, samba-canção e chinelo de dedo não se discutem. Canso de afirmar que a única coisa sobre a qual vale a pena discutir é o Gosto. Quando se discute sobre Gosto chega-se a algum lugar, vai-se a Roma, conclui-se e até mesmo briga-se a socos e pontapés.

Gosto é bom de discutir pela universalidade do tema, pela diversidade da coisa, como diria o outro, pela onipresente parceria disposta à abordagem do tema, com veemência, candura, ira e sex-appeal. Discutir sobre mulher não tem graça pois as mulheres são indiscutíveis, talvez sobre o tamanho do pé, mais gordinha ou mais magrinha, sapecas ou comportadas, apenas frivolidades, nada essencial e relevante. Mulher é e ponto final. E não discuta! Religião cada um tem a sua, até os que, como eu, são ateus e fazem do ateísmo uma religião e pronto. Política é lá tema para discussão? Não conheço uma única conversa sobre política que não termine com a mesma conclusão que não vou escrever aqui porque de nada adiante, nenhum presta mesmo... Vá lá que seja, tem uns que, vá lá que seja.

Quer discutir sobre marca de vinho? Pode discutir mas tem que usar os termos corretos: bouquê, densidade honesta, safra, tipo de uva, ano, alacricidade...Cor de automóvel? Vai discutir como? O assunto se esgota na segunda palavra. Etc, etc. Deixei o futebol por último de propósito. Não que eu queira discutir sobre futebol, sobretudo aqui no Sul onde, no dia do meu aniversário, operou-se o mais glorioso massacre que se poderia imaginar, sobre a arrogância, a prepotência e a falsa liderança. Foi coisa de não esquecer, de guardar na memória e carregar no lombo por décadas, tamanha lambada em 45 minutos não se tinha notícia. A alegada máquina que esmagaria o dono da casa, foi-se ver, era de papelão molhado, cada uma de suas peças demonstrando pavor diante da soberba ação do adversário, praticada com movimentos harmônicos, incisivos, cortantes e perfurantes fazendo da máquina de papelão molhado um amontoado aturdido reposto devidamente no seu lugar secundário, isto é, numa divisão inferior de onde jamais deveria ousar sair. É o que acontece com os pequenos diante dos grandes: mostram os dentes e as unhas, arreganham e fazem careta, berram, estrebucham e, quando voltam a si, estão de quatro, chorando as mágoas e lambendo as patas.Não, eu insisto, não se discute futebol. O futebol, quando é, é indiscutível. Quando não é, segundo a teoria geral das aparências, sucumbe aos poucos, como a mulher amada que diz não, não... nããão... sim, sim, sim! E entrega-se ao valor mais alto qual criança que adora o papai.

Dizem que na vida, quanto maior a pretensão, maior o tombo. E quando ele acontece é assim, monumental, escorchante, arrasador, a soberba maquinação transformada em pó, a arrogantemente alardeada imortalidade deparando-se com a própria finitude pois não há barro que resista a quatro estocadas fulminantes, desferidas pela verdadeira grandeza. Discutir futebol? Nem em sonho. Nem que a vaca tussa, atole-se no brejo e rumine. Nem que chovam canivetes, paquidermes ou ácido nítrico – se é que isso existe.

Não, não, meu caro quadrifactum, não discuta futebol, não faça isso, limite-se a admirar, a sofrer e a perguntar-se qual a razão de seu infortúnio, em que desavisado momento de sua vida você fez tão infeliz escolha. E sofra, que é o que lhe resta. Porém, não sou intransigente e faço concessões. Estou pronto a discutir com você, a qualquer hora e em qualquer circunstância, aquilo que realmente vale a pena ser discutido: Gosto